Eu não te culparia se você deixasse de ver dois controles nessa imagem. Pois bem, há quem atribua o insucesso da última E3 à falta de “Booth babes“, lindas garotas com avantajados atributos que promovem produtos, games, acessórios nos stands mais badalados.
O Games Radar se deu ao trabalho de compilar o que convém chamar de “The 100 sexiest booth babes“. Lista controversa, pois já vi mulheres mais atraentes atrás de balcões de padaria. Entretanto vale a pena conferir, senão por alguns belos exemplos, pela excentricidade de trajes à lá cosplay.

Cansado do visual do seu micro e com um sentimento old-school? Seu problemas acabaram! Com este papel de parede (acompanhado por este outro para quem tem 2 monitores) você pode pimpar seu desktop com uma cara totalmente Nintendo Clássico. Se você usa OSX ainda pode colocar este conjunto de ícones da turma dos Irmãos Mario, completando o visual.

Criado pela Rockstar Games, a mesma da polêmica série “Grand Theft Auto” e “Bully”, o game ganhou destaque na mídia por ser considerado “brutalmente violento”. Sabe como é, quando precisam de um bode expiatório sempre voltam a atenção para algum culpado no universo dos games.
O blog GamePolitics.com vem fazendo uma detalhada cobertura da perseguição da mídia e políticos americanos contra “Manhunt 2″. Nesse vídeo da CBS, Scott Steinberg da DigitalTrends.com, Dr. Phil e Harry Smith analisam o jogo e atacam seu conteúdo violento.
No GamesVideo.com existe um vídeo que faz uma comparação de cenas específicas de violência entre a versão inicial de “Manhunt 2″ e a edição censurada que acabou indo para as lojas. Confira aqui.
No campo da jogabilidade, o título tem conseguido até boas notas na mídia especializada, com uma média de 70% de críticas positivas segundo o Game Rankings.

Nesta terça feira, um canal de televisão britânico noticiou acerca de um playground “escondido” em uma ilha de strip em Second Life. Um playground no qual garotas de 10 anos ofereciam aos avatares transeuntes toda sorte de relação sexual.
A Linden Lab, produtora e criadora do jogo não se pronunciou quanto à medidas cabíveis para inibir a presença de crianças na ilha. Há poucos meses, o metaverso de Second Life sofrera com a denúncia de que inúmeros players estimulavam a zoofilia no jogo, através de sexo com unicórnios.
A questão é: seria o Second Life um lugar que encorajasse as pessoas a agirem motivadas por seus <roberto jefferson>instintos mais primitivos</roberto jefferson>? Fato que o jogo está em queda livre, perdendo não só em número de usuários logados e visitantes ao seu site como principalmente o ingresso de grandes empresas, motivadas pelo hype da propaganda interativa.
Em janeiro desse ano, só nos Estados Unidos 488 mil americanos acessaram o game de seu trabalho, sem mencionar os acessos residenciais. Hoje os acessos se restringem a pouco mais de 100 mil usuários.

Antes de fazer tal comparação, é preciso falar da nova versão como um todo. Eu acompanho a série FIFA desde 1994, com a sua primeira versão que joguei tanto no velho DOS quanto no saudoso Super Nintendo. Pelo que eu me lembre, não passou um único ano sem que eu ao menos testasse cada lançamento.
Desde estão a franquia evoluiu muito, mas nunca deixou para trás o estigma de “game de futebol para jogadores casuais”. A jogabilidade simples e fácil da série FIFA afastou os hard-users. Mesmo com seu licenciamento milionário, que sempre significou times, jogadores, escalações, uniformes, etc oficiais, boa parte dos jogadores foi ficando com os verdadeiros simuladores de futebol da Konami: International SuperStar Soccer, Pro Evolution e Winning Eleven’s da vida.
Eu mesmo adorava o ISSS do Nintendo 64, e nos últimos tempos estava até jogando PES no PC, cansado de entrar na área do adversário no FIFA 07 caminhando com a bola nos pés, sem contar chutes de qualquer canto que se convertiam em gol. Se você faz parte do time que sempre odiou a série FIFA, deve saber bem do que estou falando.
Só que aí veio a versão 08, com poucas mudanças estéticas mas com uma promessa da EA Sports díficil de acreditar: realismo. Não é por nada não, é que a EA já tinha feito essa promessa antes, mas não cumpriu. Só que desta vez levaram a coisa tão a sério, que fizeram a campanha de marketing mais cara da história da franquia, como comentei nesse outro post.
E não é que FIFA 08 cumpriu a promessa? É de longe a melhor versão da série, com poucas mudanças gráficas mas uma grande diferença na jogabilidade, tanto na movimentação dos jogadores quanto na inteligência artificial do adversário. Esqueça entrar na área caminhando ou chutar pra ver o que acontece e a bola acabar entrando. Acabaram os placares de 5, 6, 7 gols.
FIFA 08 é um jogo competitivo, as estratégias fazem diferença e o nível de dificuldade World Class chega a ser irritante. É um game muito menos “scriptzado” do que seus predecessores. Sem contar a maior fluidez nos movimentos dos jogadores, e o aproveitamento cada vez maior do licenciamento oficial da FIFA, com mais ligas e times inclusos (apesar disso a liga brasileira ainda está longe do ideal).
Wii revoluciona o modo de jogar futebol, mas não é perfeito

Passada essa impressão geral, que é válida para as duas versões (Wii e PC) de FIFA 08 que joguei, é hora de pensar nas diferenças entra elas. Diferenças que se resumem a algo único na edição do Wii: os controles. No console da Nintendo, como era esperado, você controla seus jogadores com o Wiimote e Nunchuck através de certos movimentos. Isso cria uma nova experiência de se jogar futebol.
Existem situações geniais como cobrar um lateral segurando os controles por cima da cabeça, apontar o Wiimote pro lado que você quer um jogador do seu time vá para receber e a bola e outras mais. Porém, nada me convence de que chutar a gol chacoalhando o controle para cima ou para baixo é a melhor opção, principalmente no que se trata da potência do chute.
A sensação de que esse movimento é aleatório é grande, o jogador parece nunca ter o real controle da força do chute, já que a cada momento ele responde de uma maneira. Dribles e fintas são executadas de maneira fácil, segurando um botão no Nunchuck e fazendo um movimento específico. Acontece que são tantos diferentes, que é desumano fazer o jogador lembra-se deles durante uma partida em que está desesperado buscando um gol de empate, por exemplo.
É por isso mesmo que FIFA 08 para o Wii traz a opção “Family Play”. Com ela, o jogador utiliza apenas o Wiimote para jogar, dá passes e chuta, o resto é o console que faz. Outra diferença são três minigames inclusos na versão do Wii, como embaixadinha, cobrança de penaltis e pebolim contra o Ronaldinho. Em contrapartida, no Wii não existe o modo Manager, o mais interessante esquema de jogo da série.
Resumindo: FIFA 08 marca uma boa evolução da série, e inclusive no Wii pode divertir. Só que, pela primeira vez, acredito que a diferenciação dos controles do console da Nintendo tenham atrapalhado o potencial de um jogo. Para quem gosta de game de futebol mesmo, vai aproveitar FIFA 08 como se deve se jogar no PC, Xbox 360 ou PS3.
Não quero afirmar aqui que futebol no Wii é algo que não combina, mas ainda não foi desta vez. Quem sabe com FIFA 09, ou até com a versão de Winning Eleven para o Wii, a ser lançada em breve. Tudo ainda é muito novo para os desenvolvedores, veremos com o tempo.