
Eu estava preparando um post sobre o recolhimento de “Counter Strike” e “EverQuest”, determinado por um juiz metido a entendido. Voltamos sempre aquela história de usarem os games como bode expiatório.
Porém, o Inagaki e o Maron falaram tão bem sobre o assunto, que prefiro ficar quieto e deixar aqui os links para os posts: “Não verás país como este” e “O país da febre amarela”. Eles dizem tudo.
Esse tipo de situação me faz lembrar sempre de uma declaração do Marilyn Manson (não, não sou fã dele). Além dos games e do filme “Matrix”, Manson também foi acusado de incitar violência na época do atentado na Columbine High School.
Ele disse: “Eu não tenho culpa se existem pais idiotas o bastante para não perceberem que seus filhos guardam bombas, granadas e metralhadoras na garagem de casa”.
5 comentários para "Games: O eterno bode expiatório"
Num país onde para se tornar juiz sua família deve ser investigada para que não tenha histórico de pobreza é bem provável que boçalidades como essa aconteçam.
Ufa, ainda bem que eu não jogo esses jogos do capeta!
Engraçado que os juízes tem tempo para proibir jogos ( que já estão por aí a quase 10 anos ), enquanto se acumulam processos aguardando o julgamento de mérito no país inteiro.
O que é pior? O juiz ter tempo para ficar jogando estes perigos para a juventude? Ou juízes que proíbem sem nunca ter jogado?
CS censurado? Não aprendemos com Carmaggedon e GTA mesmo… Mais um caso pra lista de vergonhas que as softhouses mundiais colecionam aqui na terrinha.
O Brasil vê os Games mais ou menos como na época da pornochanchada em relação ao cinema. Disperdiçando oportunidades em nome da falta de visão.
Brasil, vai aprender com o México como é que se faz pra criar um mercado milionário cheio de talentos latentes, vai!
Pff…
grande coisa.
Só comprar pela steam \o
E outra, se fecharem os servers oficiais, jogo nos piratas mesmo.
e viva a pirataria!
Porque só pode ser esse o raciocinio de um juiz em proibir um dos games mais jogados no país.
Comente!