
Em entrevista ao site IGN, Cevat Yerli, alegou que devido ao alto indíce de pirataria existente em jogos para computador, sua produtora, a Crytek, não fará mais jogos exclusivos para essa plataforma. De acordo com o alto executivo, para cada jogo original, 20 cópias piratas são comercializadas.
Embora Crysis tenha vendido consideravelmente, Cevat chamou de bizarra a proporção de vendas entre originais e piratas. E Warhead, novo jogo da franquia Crysis, vem para pôr a prova essa exclusividade, antes dada aos PCs. Jogos para Xbox 360 e Playstation 3 estão sendo desenvolvidos pela companhia, mas não se anime tanto, nenhuma versão de Crysis faz parte desse plano de abrangência, ao menos não por enquanto.
Não sei se o executivo está correto em seus comentários, ou sou eu quem frequenta demais a Santa Efigênia? Para mim há muito mais jogos piratas para consoles do que para PCs, até mesmo pela quantidade de lançamentos inerentes a cada plataforma. Ou então ele realmente desconhece políticas de impostos abusivos como a brasileira, que fazem do acesso a produtos originais, uma prática quase inatingível. Sem mais.

Socom Confrontation será o jogo que trará o headset oficial do Playstation 3. Embora seu preço ainda não tenha sido discutido ou revelado, rumores apontam que o conjunto jogo + acessório custará algo em torno de US$ 80.
Até então a Sony não havia confeccionado nenhum headset para aqueles que gostam de usufruir de recursos online, seja para jogos ou chat. A política da empresa era a de que o jogador poderia usar o acessório que quisesse, o que soa um tanto quanto ruim, pois quando aquela que detém o know how da tecnologia a ser empregada e associada se nega a produzir algo de qualidade, terceiros se vêem na condição de oportunistas e lançam os piores produtos possíveis. Alguém falou em caça-níquel? Pois é.

E como se suspeitava, as misteriosas imagens no site da Blizzard eram um teaser para “Diablo III”. O game foi anunciado nesse sábado na 2008 Worldwide Invitational, que está acontecendo em Paris.
E os caras não brincam em serviço, a notícia não veio sozinha: pois já está no ar um site completo sobre “Diablo III”, com dezenas de imagens, trailer e um vídeo que mostra nada menos do que 19 minutos de jogabilidade.
Comemorem.
O que a Blizzard vai aprontar na E3 no mês que vem? Desde o dia 23 de junho, a produtora anda deixando os fãs de cabelo em pé tentando descobrir do que se tratam as misteriosas imagens de gelo em seu site oficial.
A cada dia a imagem se altera, com o gelo abrindo, e os gamers já tentaram de tudo: fuçar o código do site, investigar o nome dos arquivos, encontrar elementos e rostos escondidos na geleira.
Veja no WOW Insider o andamento da ação, e algumas das tentativas de se descobrir o misterioso lançamento da Blizzard. Especula-se que seja “Diablo 3″. Será?


Mesmo receoso por soltar uma nota retardatária, o Save Game não poderia deixar de contar com uma publicação sobre a iniciativa da Ubisoft de abrir um centro de desenvolvimento de jogos na cidade de São Paulo. A gigante francesa, conhecida por título como Splinter Cell, Assassin´s Creed e Prince of Persia, só para citar alguns de seus best-sellers, espera que São paulo faça pela América do Sul o que seu estúdio em Montreal fez pelo Canadá.
Bertrand Chaverot, representante da companhia desde 1994 alerta para o fato de que a capacidade criativa do brasileiro, bem como suas referências ocidentais podem fazer muito pelo desenvolvimento de jogos, visto ainda que o Brasil é tido como um mercado emergente em uma indístria que tem crescimento aproximado em 15% ao ano, faturando US$ 30 bilhões.
As ações da Ubisoft em terreno brasileiro começam em julho, com cerca de 20 funcionários, mas Bertrand garante que a desenvolvedora contará com 200 funcionários ao longo dos próximos 4 anos. Os primeiros jogos serão voltados para o público infantil e a plataforma escolhida será o Nintendo DS. Mas produção de conteúdo para outras filiais e para consoles como o Wii, Xbox 360 e o Playstation 3 fazem parte dos planos da companhia.
Tenho visto muitas matérias sobre desenvolvimento de games no Brasil. Um brasileiro foi muito bem referenciado na última GDC, com um game que fizera para a Xbox Live Arcade. Outros tantos se embrenham pelo campo do XNA. Já prevendo o crescimento da indústria, algumas faculdades têm criado e ministrado cursos na área. Tudo isso, aliado ao que já fora dito por Bertrand, mais os custos elevados com mão de obra no exterior, a Ubisoft se mostra uma empresa visionária e inovadora além de suas próprias criações.
Se você pretende seguir carreira como desenvolvedor de jogos e quer fazer parte do staff de uma empresa bilionária como a Ubisoft, currículos podem ser enviados para o seguinte endereço: jobs.brazil@ubisoft.com.
E o UOL, site que inspirou essa matéria, fez uma entrevista muito interessante com Bertrand. Para ver o bate papo, clique aqui.

Street Fighter: Movie está entre as piores conversões de games. O que poderia até ser redundante, uma vez que não há um único título sequer que tenha válido meia entrada. E olha que nem só de Uwe Boll vive a indústria, mas Street Fighter, o filme que matou Raul Julia (literalmente) e projetou a Kylie Minogue é um dos piores longas de todos os tempos, vide sua baixa cotação no IMDB.
Pois navegando por aqui e por ali descobri o blog pessoal de um dos envolvidos na produção, seu nome é Alan Noon. Um dos artigos de Alan ressalta uma série de imagens dos bastidores da gravação, muitas delas que seriam digitalizadas para formarem o game que se inspirara no filme. Ou se preferir, o jogo do filme.
Sim, é o Akuma na imagem que ilustra o post. Bizarro.

Tem se especulado que um game da série Guitar Hero ou de Rock Band seja lançado com músicas dos Beatles. o Financial Times reportou que representantes da banda têm mantido contato com a Activision e a MTV games. A matéria aponta para o fato de que algo possa ser fechado em poucas semanas e que a negociação ultrapassa a casa dos milhões.
Paul McCartney, Ringo Starr, Olivia Harrison e Yoko Ono Lennon, membros da Apple Corps, empresa que supervisiona os negócios relativos ao quarteto de Liverpool, são extremamente cautelosos, para não dizer ortodoxos, no que diz respeito à liberação de músicas da banda. Tanto que nem a iTunes tem direitos para comercializar ou distribuir digitalmente qualquer músicas dos Beatles.
Rumores ou não, eu adoraria jogar esse game. E não custa sonhar com os riffs de Can´t Buy Me Love, Help!, I Wanna Hold Your Hand, Let It Be, Love Me Do, Lucy In The Sky With Diamonds, Ticket To Ride, Twist And Shout e Yesterday. Isso só para citar as mais famosas. Ufa.

Popularmente conhecido como Winning Eleven, o melhor game de futebol da história teve sua sequência anunciada pela Konami. A notícia poderia passar despercebida, salvo o fato de que a edição 2008 não trouxe uma inovação sequer, enquanto seu principal (e talvez único) concorrente, Fifa Soccer, tem em sua mais nova versão, o que se considera para classificar um game como de nova geração.
A Konami afirmou ainda que as adições encurtarão a distância entre a série PES e o futebol real. Outra promessa é a de que o jogo conte com mais equipes oficiais, o que até então era um impasse, pois o futebol da Eletronic Arts, Fifa, detém a licença da federação internacional.
Não quero adentrar no terrenos das comparações, mas em toda minha vida gamer, sempre optei por Pro Evolution Soccer a Fifa. Por mais que Fifa sempre tenha tido melhores gráficos e física mais realista, Winning Eleven conquista pelo charme das jogadas, gol e IA quase impecável.
Pro Evolution Soccer 2008 foi duramente criticado, tanto que os desenvolvedores do jogo chegaram a afirmar que o mesmo não deveria ter sido lançado. O que será que preparam agora para essa série tão amada e rentável? Pela primeira imagem, nota-se que os gráficos, enfim, serão renovados. O jogo está previsto para sair no final do ano.

O Second Life está fazendo 5 anos. E para celebrar a data, a Linden Labs realizará ao longo de duas semanas, uma feira virtual com debates e exposições. A feira começa dia 23 de junho, e terá como abertura o discurso de Philip Rosedale, presidente do grupo. Resta saber quem irá participar. Eu passo.

É incrível o que um jogo pode fazer por um console. Ainda mais se esse jogo tiver sido concebido pela genial mente de um japonês tão brilhante quanto Shigeru Miyamoto. Metal Gear Solid 4: Guns of Patriots é o jogo da vez, assim como os holofotes se voltam, mais uma vez, para Hideo Kojima.
De acordo com um levantamento feito pela Famitsu, o Playstation 3, respaldado pela mais nova missão de Solid Snake, tomou a liderança em território japonês. Questão de tempo para que o mesmo aconteça com Europa e Estados Unidos. Por conta do lançamento, o desempenho do console aumentou em 600%, o videogame que estava habituado a vender 10.000 unidades semanais, passara a comercializar mais de 75.000 aparelhos no mesmo espaço de tempo.
No período de 9 a 15 de junho, os resultados no Japão apresentados foram:
Playstation 3 – 75.311
PSP – 64.675
Wii – 45.564
Nintendo DS – 39.201
Playsation 2 – 7.297
Xbox 360 – 2.163
O Japão é mesmo um país de potenciais consumidores, passam-se as semanas, e a vendagem é sempre estável. O proprietário de um Playstation 3 é o mesmo que o de um Wii, PSP ou Nintendo DS. Curiosa é a posiçao do Xbox 360, que não engrena de maneira alguma, e como já disse em outra oportunidade, nem RPG´s criados por Hironobu Sakaguchi, idolatrado na terra do sol nascente, fazem algo para reverter a situação.
O que a Nintendo terá agora? Enquanto seus figurões pareciam imprimir dinheiro com seus consoles casuais, a Sony preparava-se para Metal Gear Solid 4 e Monster Hunter Portable. Terá valido a pena esse investimento a longo prazo? Ou essa estratégia caducará como o Solid Snake de Guns of Patriots? Isso, só o tempo e os gamers dirão.