
O designer Harrison Krix, de Atlanta, resolveu criar uma réplica da seringa de uma das personagens mais macabras dos games: as Little Sisters, de “Bioshock”.
O cara recriou cada detalhe, com ADAM dentro e aspecto sujo. Ficou perfeita. Agora só falta arrumar um figurino e criar uma fantasia para a sua namorada usar no Halloween. Não? Ninguém?
Veja mais fotos no blog de Harrison Krix.


Gênio
Esse cara é gênio. Se liga na música que ele fez, uma canção de amor que tem Mario Kart como inspiração.
Presta atenção na letra. Algumas partes: “You be my princess, I’ll be your Toad, I’ll follow behind you on Rainbow Road, protect you from red shells wherever we go. I promise. Don’t worry about Bowser or DK. Eat this glowing mushroom and they’ll all fade away.”

Levei ao menos dez minutos para decidir pelo título desse post. Foi então que, diante do termo imbatível, cheguei a conclusão de que não havia nada mais apropriado. Street Fighter 2 está para os games, sejam de luta ou de qualquer outro gênero, como Matrix está para os cinemas, um divisor de águas.
Mas por que falar sobre Street Fighter 2 dessa maneira? Você deve estar se perguntando. Porque a Capcom divulgou recentemente uma lista de seus jogos que venderam mais de um milhão de cópias e Street Fighter 2 e suas variações (Turbo, Hyper Fighting e Plus) venderam aproximadamente 15 milhões de unidades.
É um número exorbitante, ainda mais se levado em conta à época de seu lançamento. E não temendo soar nostálgico, Street Fighter 2 reinou em uma era onde você fazia amizades só para tomar fitas emprestadas. Onde fliperama era coisa de maloqueiro, lugar habitado por aliciadores de crianças indefesas e cabuladores de aulas. A escória se rendia perante meias luas e socos que se transformavam em hadoukens.
Street Fighter 2 era mesmo imbatível. Hoje não sei se conseguiria jogá-lo por muito tempo, mas tão certamente, não hesitaria demonstrar qualquer empolgação se encontrasse por aí aquela versão modificada da qual os Shoriukens do Ken também continham magias.
Em tempo, na lista da Capcom, Resident Evil 2 aparece em 2º lugar, com 4,96 milhões de cópias; Monster Hunter Portable 2nd G, um fenômeno para o portátil da Sony no Japão e recentemente lançado aparece em 6º, com 2,4 milhões de unidades comercializadas, enquanto jogos como Alladin e Duck Tales figuram em 15º e 17º respectivamente.

Ex-recepcionista, ex-ginasta e atual Lara Croft, essa é a vida de Alison Carroll, britânica que foi escolhida para personificar e representar uma das grandes musas dos games, a arqueóloga de Tomb Raider. As modelos Nell McAndrew e Lucy Clarkson, só para citar as mais prestigiadas, já ocuparam o posto, mas sem sombra de dúvida, a Eidos não poderia ter feito melhor escolha.
Por que? Porque Alison Carroll é linda, tem curvas maravilhosas, é britânica e o melhor de tudo, ginasta. Ou seja, o que faltava para que fizesse jus à personagem que, corre, saltita e dá duplos mortais carpados. Em tempo, o site Tomb Raider Chronicles tem uma seção voltada para a evolução da heroína, Ellen Rocche, inclusive, figura na galeria.
E no que diz respeito (diretamente) aos games, o próximo Tomb Raider, o oitavo da franquia, está com previsão de lançamento para 18 de novembro. Depois de Uncharted: Drake´s Fortune, eu espero muito desse jogo. Crystal Dynamics, favor não me decepcionar.
O GameTrailers elegeu os 10 jogos mais difíceis de todos os tempos. Pra você que arrancou os cabelos jogando “Battletoads” ou “Ninja Gaiden”, vai poder relembrar aqueles momentos de desespero.
Ah, e é claro, tudo em uma época em que não existiam “save games”…
Atenção, rapazes. Todos sabemos que videogames são legais, mas por favor, não vamos nos esquecer de nossas namoradas, pelo menos nos sábados à noite:

A competente, estonteante e articulada produtora de um dos best sellers recentes da Ubisoft, Assassin´s Creed, está de volta. Jade Raymond anunciou que seu próximo projeto, I Am Alive, um mix entre FPS e survival, será revelado na E3, que acontece entre 15 e 17 de julho.
Entusiasta dos games desde a infância, em sua carreira Jade Raymond alterna entre distintas ocupações em uma indústria onde os homens são uma esmagadora maioria. Para se ter uma idéia, a garota foi programadora da Sony, onde desenvolveu pequenos aplicativos de recursos online e produziu The Sims Online em sua passagem pela EA, para então chegar à Ubisoft.
A canadense, que diz adorar o Brasil, no entanto tem afirmado que uma versão jogável de I Am Alive, só estará disponível para a Games Convention, que acontece em Leipzig, Alemanha. Por ora, ao que sabe sobre o jogo, é que a história se passará em Chigaco e um grupo tenta sobreviver após uma onda de terremotos.

Em entrevista ao site IGN, Cevat Yerli, alegou que devido ao alto indíce de pirataria existente em jogos para computador, sua produtora, a Crytek, não fará mais jogos exclusivos para essa plataforma. De acordo com o alto executivo, para cada jogo original, 20 cópias piratas são comercializadas.
Embora Crysis tenha vendido consideravelmente, Cevat chamou de bizarra a proporção de vendas entre originais e piratas. E Warhead, novo jogo da franquia Crysis, vem para pôr a prova essa exclusividade, antes dada aos PCs. Jogos para Xbox 360 e Playstation 3 estão sendo desenvolvidos pela companhia, mas não se anime tanto, nenhuma versão de Crysis faz parte desse plano de abrangência, ao menos não por enquanto.
Não sei se o executivo está correto em seus comentários, ou sou eu quem frequenta demais a Santa Efigênia? Para mim há muito mais jogos piratas para consoles do que para PCs, até mesmo pela quantidade de lançamentos inerentes a cada plataforma. Ou então ele realmente desconhece políticas de impostos abusivos como a brasileira, que fazem do acesso a produtos originais, uma prática quase inatingível. Sem mais.

Street Fighter: Movie está entre as piores conversões de games. O que poderia até ser redundante, uma vez que não há um único título sequer que tenha válido meia entrada. E olha que nem só de Uwe Boll vive a indústria, mas Street Fighter, o filme que matou Raul Julia (literalmente) e projetou a Kylie Minogue é um dos piores longas de todos os tempos, vide sua baixa cotação no IMDB.
Pois navegando por aqui e por ali descobri o blog pessoal de um dos envolvidos na produção, seu nome é Alan Noon. Um dos artigos de Alan ressalta uma série de imagens dos bastidores da gravação, muitas delas que seriam digitalizadas para formarem o game que se inspirara no filme. Ou se preferir, o jogo do filme.
Sim, é o Akuma na imagem que ilustra o post. Bizarro.