
Halloween. Tal publicação se torna completamente apropriada, afinal, a “morte” ou o “ceifador” já foi personagem (entre protagonistas e coadjuvantes) de inúmeros games que se tem notícia. Retratada de muitas maneiras, do trágico ao cômico, do suave ao adorável; de uma forma ou outra Grim Reaper deu o ar de sua graça nos seguintes games, só pra constar:
Captain America and the Avengers
Steve Rogers distribuindo porrada na morte e sua triste foice.
Castlevania
Nintendinho, 2 botões, jogo de macho. Aqui a morte é mesmo infame e muito mais difícil de enfrentar do que o último mestre, ninguém menos que o conde Drácula.
Death Jr
Originalmente lançado para PSP, Death Jr tem a incrível e antes nunca vista missão de salvar o mundo ao lado de seus amigos, Pandora e Stigmartha.
Gauntlet
Da era de ouro dos árcades. Gauntlet retrata uma morte instalada no pânico, drenando a vida pelos arredores.
Grim Fandango
Protagonista do adventure, a morte aqui não é inimiga. De nome Manuel Calavera (a morte), vai de encontro à bela Mercedes Colomar. Novela mexicana? Não, muito melhor e considerado um dos grandes clássicos dos games.
Guitar Hero
Considerada por muitos como o melhor avatar da franquia GH, a morte sacode o esqueleto tocando Ozzy Osbourne, Pantera e Bad Religion.
Medievil
Desempenhando o papel básico de guiar as almas ao descanso eterno. Ou não.
Paper Boy
No clássico da Midway, Grim Reaper tem uma mãe pior que o próprio demo.
Romancing Saga
A morte como um Deus.
Histericamente engraçado:
Hahaha, reparem na moça que aparece aos 0:35.

Provavelmente esse vai ser só mais um blog sobre games, você deve estar pensando. E é isso que eu quero que ele seja mesmo. Nada mais do que unir dois prazeres: jogar e blogar.
Eu sempre acompanhei muito de perto o universo dos games. Em meados de 1998 comecei a escrever análises, previews, notícias e etc em grandes sites relacionados. Um deles foi o FinalBoss, tem várias matérias minhas espalhadas por lá em um passado não tão distante.
Desde que vendi meu Nintendo 64, isso em 2001, eu só jogava esporadicamente no PC. Trocava todo o ano o investimento em um console novo por um upgrade no meu computador. Isso me rendeu o contato com grandes games, os quais gostaria de ter documentado.
Mas recentemente, com a entrada do Wii em minha vida gamística, a vontade de cobrir esse universo em textos, opiniões e notas voltou. É por isso que o Save Game surgiu, uma válvula de escape para falar de jogos e trocar informações com quem também gosta de sair da realidade de vez em quando.
Em breve, novos blogueiros farão parte do Save Game, também escrevendo e palpitando sobre os jogos que invadiram seus consoles no momento. Se quiser acompanhar, assine o feed.