O Fábio Bracht do Continue >>, o melhor blog de games do Brasil, convocou e o Save Game vai entrar nessa. Seguem abaixo os meus votos para a Eleição Social Blogueira dos Melhores Games de 2008.
São três categorias. Lá vai:
JOGO DO ANO: Grand Theft Auto IV

Eu não quero ser polêmico e nem diferente, vou ser clichê mesmo: GTA IV não só é o melhor jogo do ano, como provavelmente é o melhor da década. Esse meu sentimento pode ser resumindo em um post que fiz meses atrás, quando terminei o jogo. GTA IV é simplesmente uma experiência de vida.
Eu coloco menções honrosas nessa categoria para “Gears of War 2″ e “Super Mario Galaxy” (foi lançado em novembro de 2007, eu sei, mas só joguei em 2008), que também são duas obras primas feitas de bits. São dois jogos que poderiam perfeitamente figurar, sem nenhuma injustiça, no posto de melhor do ano.
Só que eu resumo da seguinte forma: se existisse um único game que alguém devesse jogar na vida, apenas um, esse seria GTA IV. Simples assim.
DECEPÇÃO DO ANO: Star Wars: Force Unleashed

Não que seja ruim, mas aqui vale a regra do hype, da expectativa exagerada. Eu acompanhei as notícias, joguei a versão demo e a minha cabeça explodiu. Controlar um Jedi (Sith, que seja) com todos os seus poderes e usar telecinese para arremessar tudo pra longe parecia o sonho de qualquer outro game baseado na franquia de George Lucas, mas foram boas idéias mal aproveitadas.
“Star Wars: Force Unleashed” até diverte no começo, mas cansa, e cansa rápido. Fases praticamente iguais, sem inspiração, problemas irritantes de câmera e jogabilidade mandam o hype todo pelo ralo. Foi um dos poucos jogos que comecei esse ano, e que não tive paciência de terminar.
MELHOR NOTÍCIA DO ANO PARA O BRASIL: Zeebo

Ainda que se discuta a qualidade do produto e se façam comparações com outras plataformas (o que obviamente não deveria acontecer, já que são propostas diferentes), não dá para não considerar o lançamento do Zeebo, um videogame brasileiro, como a melhor notícia do mercado de games nacional.
Com a promessa de democratizar o acesso aos consoles e uma plataforma online de games, o Zeebo deve sim ser comemorado. Pode ser a porta de entrada para o universo dos jogos para as crianças e adolescentes de baixa renda (ainda que o preço esteja fora da realidade) e a criação uma cultura em torno games no Brasil.

Em matéria de séries de TV, meu novo vício é “24 Horas”. Nem sei como demorei tanto para começar a acompanhar a vida de Jack Bauer. Minha cabeça explode a cada episódio que assisto.
Sendo assim, é impossível jogar “Call of Duty: World at War” sem pensar em Jack Bauer. Isso porque Kiefer Shuterland faz a voz de um dos personagens, o Sgt. Roebuck. Quando o cara abre a boca, imediamente um “DAMMIT!” me vem a mente.
Outro ator que dubla um personagem em CoD5 é o fodástico Gary Oldman. Para quem não lembra, basta mencionar o Comissário Gordon de “Batman Begins” e “The Dark Knight”.
Quanto ao jogo em si, ainda não sei, joguei pouco demais para opinar. Eu também não aguento mais FPS’s baseados na Segunda Guerra Mundial, mas depois de “CoD: Modern Warfare”, resolvi dar uma chance para o novo título da franquia.
Abaixo você assiste um vídeo que mostra os bastidores da dublagem de “Call of Duty: World at War”.

Um dos principais motivos que me fez comprar um Xbox 360, foi ter jogado “Gears of War” em um visita ao Google no ano passado. Foi naquele momento que as minhas dúvidas entre um PS3 e o console da Microsoft acabaram.
Mas já jogando “Gears of War 2″ há pouco mais de uma semana (poderiam ser duas senão fosse o atraso no Brasil), o jogo original se transformou muito mais em um teaser do que em qualquer outra coisa. A seqüencia do blockbuster da Epic é maior, melhor e mais poderosa.
Obviamente, é sempre isso que se espera de uma seqüencia quando se fala em games, mas GoW 2 superou as minhas expectativas. E não estou falando das poucas novidades na jogabilidade, como o duelo de serras-elétricas ou usar inimigos como escudo, e sim de como a história se desenvolve.
O jogo todo vai num crescendo, levando o jogador entre os cenários de uma forma que é impossível não se envolver, não querer ver o que virá a seguir. A trama pode ser rasa como um filme-catástrofe de Hollywood, mas ainda assim oferece surpresas que você não esperaria encontrar pelo caminho.
Mas além disso, o que mais me surpreende a cada novo ato de GoW 2 é de como o jogo nunca se repete. Poderíamos muito bem passar fases e fases só matando Locusts com todos os tipos de armas em locais diferentes, mas o que o game nos dá é uma variação enorme de situações e ações.
Até os modos multiplayer, que eu nunca fui muito fã, andam me mantendo ocupado por horas a fio. Principalmente no novo modo cooperativo Hordes, já que não sou páreo para os gringos viciados.
“Gears of War 2″ é verdadeiramente um épico, obra de arte em forma de bits, com muitos “momentos de bebedouro” (aqueles em que você comenta em uma rodinha de amigos) como Cliff Bleszinski prometeu que iria fazer. E por isso, mesmo com tantas opções de bons lançamentos, tenho convicção em dizer que é o título indispensável dessa temporada de fim de ano. Ou melhor, obrigatório para qualquer um que se diz gamer.
“Left 4 Dead” não estava na minha lista de interesses para esse fim de ano, já que tive que escolher “Gears of War 2″, “FIFA 09″ e “Fallout 3″ para gastar meus parcos caramulhões.
Porém, com as últimas informações que tenho lido por aí, estou começando a me interessar pelo game. Abaixo, você assiste um vídeo que mostra 15 minutos de “Left 4 Dead”.
Será que eu vou?

Digamos que um dos motivos por eu estar postando pouco por aqui, é que estou nas últimas semanas fritando em “Bioshock”. Jogo espetacular, que certamente está no TOP5 do Xbox 360 e que recentemente saiu também para PlayStation 3.
Eu não jogo de luz apagada nem ferrando. Vai dar susto assim lá em Rapture City.
Pois bem, hoje saiu o teaser trailer de “Bioshock 2: Sea of Dreams”. O vídeo, apesar da CGI belíssima, não revela muita coisa, mas o suficiente para vermos que uma Little Sister cresceu.
“Bioshock 2″ vai sair em algum dia de 2009. Tempo suficiente para quem ainda não jogou o primeiro, aproveitar essa sétima maravilha do universo dos games.
Ah, e vale dizer também que um filme baseado em “Bioshock” está planejado para 2010, e será dirigido por Gore Verbinski, o mesmo responsável pela trilogia “Piratas do Caribe” e por “O Chamado”.
Não, esse blog não morreu. Ele está devagar, mas resistirá aos contratempos do dia a dia. Então vamos ao que interessa:
O dia 13 de março de 2009 certamente vai marcar um dos lançamentos mais fodásticos da história dos games. “Resident Evil 5″ virá ao mundo explodindo zumbis e cabeças. Eu sou fã da série, e pelo que vi dos vídeos agora, o jogo promete. Em belo e majestoso HD.
O pessoal da 1UP preparou um vídeo que mostra a evolução de “Resident Evil”, mostrando os jogos da franquia desde que ele era um simples 32-Bit.
Confira:
Vocês viram esse novo trailer de “Street Fighter IV”? Sim, é um trailer. Poderia virar uma série de animação que nenhum de nós iria reclamar.
Será que a Capcom vai lançar um vídeo desses para cada um dos personagens da nova sequência da franquia? Tomare.

Entrou hoje na AppStore o Star Ware Force Unleashed, o mais novo jogo da Lucas Arts que foi desenvolvido para o iPhone pela THQ Wireless. O jogo entrou no ar no mesmo dia em que ele ficou disponível para as outras plataformas de video game (Xbox 360, Wii e PS3, PS2, PSP, DS). Eu testei a demo do jogo no Xbox e fiquei animadão para jogar a versão completa (o Merigo falou um pouco disso aqui).
Já a versão do iPhone eu ainda não joguei muito, apenas a primeira fase do jogo. O jogo (pelo menos que eu me lembre), é o primeiro que você consegue jogar ele com a tela deitada ou em pé, mas mesmo assim os comandos são um pouco complicados, você precisa desenhar sinais na tela como se estivesse escrevendo em um Palm.

Outra coisa que me irritou um pouco no jogo para o iPhone é que ele tem muita história no meio das fases e não dá para pular os vídeos. Os gráficos são até que bacanas apesar da limitação do iPhone /iPod touch de processamento comparado ao Xbox por exemplo.
Mas eu acho que assim como o Spore que foi lançado na semana passada com uma versão para o iPhone, o Star Wars FU, tem alguns problemas muito grandes: Falta uma integração com os jogos das outras plataformas (ja imaginou como seria bacana pegar o seu aprendiz evoluido do seu Xbox e jogar com ele no iPhone?), a forma que os jogos são desenhados para o iPhone ainda está muito baseada no uso do acelerômetro que acaba deixando os jogo sempre muito parecidos em si e até hoje apenas um jogo de iPhone tem multi-player.
Na minha opinião se esses três problemas forem resolvidos, os jogos para iPhone / iPod touch, vão ter um grande potencial de crescimento e até concorrer com os portáteis… mas ainda demora.

Na semana passada falei aqui no Save Game de como “Castle Crashers” é um jogo fo*#, o melhor da Xbox Live Arcade (ok, “Braid” também é legal). Citei também a incrível trilha sonora, que me faz ficar com as músicas grudadas no cérebro.
Toda a trilha de “Castle Crashers” foi feita com músicas do portal Newgrounds, fundado por Tom Fulp, e que é também o programador chefe do game.
As canções que fazem parte do site são enviadas por músicos (ou não) amadores, e durante o desenvolvimento de “Castle Crashers” foi realizado um concurso para escolher quais músicas fariam parte do jogo. Dá para ouvir todas no Newgrounds, como o tema de abertura: “Four Brave Champions”.
O blog Awesome Radical Gaming disponibilizou grande parte das músicas para download, organizadas pelo nome da fase. Vai lá para baixar.
E para te dar um atalho, abaixo você pode ouvir o tema de abertura de “Castle Crashers” com um clique. A música que estou assoviando desde sexta passada, sem parar.

Com tanto game cheio de frufrus, jogabilidade complexa, gráficos impressionantes e desafios que beiram o impossível, jogar “Castle Crashers” pode ser revitalizante. Lançado anteontem, dia 27, na Xbox Live por 1200 pontos, de cara me chamou a atenção pelo visual cartoon.
Misture isso com um humor non-sense e o clássico estilo side-scrolling de esmagar botões, e pronto. Não, espere que tem mais. Adicione também uma trilha sonora fantástica e um trabalho de arte estiloso e original para ter uma diversão saudosista por horas.
Digo isso pois “Castle Crashers” é assumidamente um game retro em todos os aspectos, incluindo princesas que precisam ser salvas em castelos lotados de inimigos e, é claro, com chefes gigantes no final.
O modo multiplayer garante a jogatina com os amigos, tanto presencial como online. Se bem que a Live baleiou pouco tempo depois que “Castle Crashers” foi lançado, o que tirou do ar até o site oficial do game, com direito a comunicado da produtora The Behemoth.
Achei baixa a nota que o GameTrailers deu para “Castle Crashers”, “só” 7.9 (ao contrário do 9.0 do IGN e 8.5 da Gamespot), mas vale ver o vídeo-review abaixo para conhecer o game: