
É incrível o que um jogo pode fazer por um console. Ainda mais se esse jogo tiver sido concebido pela genial mente de um japonês tão brilhante quanto Shigeru Miyamoto. Metal Gear Solid 4: Guns of Patriots é o jogo da vez, assim como os holofotes se voltam, mais uma vez, para Hideo Kojima.
De acordo com um levantamento feito pela Famitsu, o Playstation 3, respaldado pela mais nova missão de Solid Snake, tomou a liderança em território japonês. Questão de tempo para que o mesmo aconteça com Europa e Estados Unidos. Por conta do lançamento, o desempenho do console aumentou em 600%, o videogame que estava habituado a vender 10.000 unidades semanais, passara a comercializar mais de 75.000 aparelhos no mesmo espaço de tempo.
No período de 9 a 15 de junho, os resultados no Japão apresentados foram:
Playstation 3 - 75.311
PSP - 64.675
Wii - 45.564
Nintendo DS - 39.201
Playsation 2 - 7.297
Xbox 360 - 2.163
O Japão é mesmo um país de potenciais consumidores, passam-se as semanas, e a vendagem é sempre estável. O proprietário de um Playstation 3 é o mesmo que o de um Wii, PSP ou Nintendo DS. Curiosa é a posiçao do Xbox 360, que não engrena de maneira alguma, e como já disse em outra oportunidade, nem RPG´s criados por Hironobu Sakaguchi, idolatrado na terra do sol nascente, fazem algo para reverter a situação.
O que a Nintendo terá agora? Enquanto seus figurões pareciam imprimir dinheiro com seus consoles casuais, a Sony preparava-se para Metal Gear Solid 4 e Monster Hunter Portable. Terá valido a pena esse investimento a longo prazo? Ou essa estratégia caducará como o Solid Snake de Guns of Patriots? Isso, só o tempo e os gamers dirão.

Como forma de divulgação para o lançamento de Guitar Hero: Aerosmith, a Activision patrocinará o carro de Dario Franchitti, piloto escocês que corre pela NASCAR.
A aposta da Activison, na corrida que será realizada em 29 de junho no circuito de New Hampshire, tem como objetivo comemorar o pacote especial do título para Nintendo Wii; no pacote serão comercializadas duas guitarras sem fio e um livro, além do jogo, obviamente.
Um dos chefes da empresa disse em entrevista a alguns tablóides norteamericanos que se sente orgulhoso por prestar tributo a duas grandes tradições americanas, o Rock e a NASCAR. Particularmente gostei da iniciativa, além de o carro ter ficado bem legal. Imagino o quanto os entusiastas dos jogos, da banda e das pistas, não gostarão do Dodge 40 com o tema do Guitar Hero da ocasião.
O jogo também sairá para Playstation 2, Playstation 3, PC e Xbox 360. Além de grandes clássicos da banda, Guitar Hero: Aerosmith contará com músicas de Joan Jett, The Kinks, Cheap Trick, The Clash, The Cult e Lenny Kravitz, entre oturos.

Depois de Screaming for Vengeance, do Judas Priest e da banda The Cars, de disco homônimo, lançarem álbuns completos para download na Xbox Live e Playstation Home, agora o Pixies leva um deus álbuns ao universo de Rock Band.
A venda de músicas (sim, elas podem ser adquiridas separadamente) e álbuns é uma excelente alternativa no que diz respeito ao fator replay do jogo. Particularmente eu gostaria muito de que discos como Recipe for Hate do Bad Religion, Icky Thump do White Stripes, Dookie do Green Day e No Need to Argue do Cranberries fossem adicionados ao jogo.
Imagino também a possibilidade de que, futuramente, algumas bandas lançarão primeiramente seus discos em jogos musicais como o aqui falado Rock Band ou o que popularizou o gênero, Guitar Hero. Uma vez que a indústria fonográfica enfrenta tribulações com o advento do Mp3 e atitudes diferenciadas como a postura do Radiohead com seu último álbum, isso não me soa tão paradoxal.

Pronto para ser um beta tester da Capcom? Não, não é uma oferta de emprego, mas para exercer tal função, basta adquirir pela Xbox Live o jogo Wolf of the Battlefield: Commando 3, e você será capaz de fazer o download da versão beta de Street Fighter HD Remix.
Na condição de beta, obviamente, o jogo não trará muitas coisas, mas será o suficiente para ver Ken e Ryu em ação. E durante as oito semanas seguintes ao dia 25 de junho, bugs e sugestões deverão ser reportados à Capcom.
A versão beta não estará disponível para proprietários de Playstation 3, embora os testes beneficiem ambas as plataformas. Pois é meus caros, estamos diante de um remake promissor de um dos maiores clássicos da história dos games. Ao que indica, Street Fighter HD remix fará usufruto de diversos componentes online, entre eles chat com voz, ranking mundial, e claro, modo versus online.

Já fazem mais de 8 anos, mas me lembro muito bem de quando instalei a versão demo de “Deus Ex” no meu computador. Em estilo cyberpunk e com um complexo roteiro, o game criado pela Ion Storm é considerado um dos melhores no gênero tiro em primeira pessoa, foi figurinha carimbada em eleições de “melhor jogo do ano” em meados de 2000.
E “Deus Ex” é realmente um clássico do PC, ajudado também por ter sido lançado bem na época em que o primeiro “Matrix” estava no auge, considerado a última revolução do cinema. O melhor é relembrar a configuração miníma, high-end na época: Windows 95, PII 300 MHz, 64 MB RAM e placa de vídeo 3D com 8 MB RAM.
Mais tarde foi adaptado para PlayStation 2, com o título “Deus Ex: The Conspiracy”, e teve ainda uma seqüência, “Deus Ex: Invisible War”, lançada em 2003 para PC e Xbox.
Se você jogou e quer relembrar ou não teve a oportunidade conhecer “Deus Ex”, o serviço GameTap vai disponibilizar o game para download gratuito na semana que vem, em troca de você assistir 15 segundos de propaganda antes de jogar.
Acesse a página de “Deux Ex” na GameTap e fiquei de olho. Nostalgia total.

Recentemente a Sierra Entertainment anunciou o desenvolvimento de mais um game da franquia Crash Bandicoot, dessa vez subintitulado como “Mind Over Mutant”. O jogo sairá para praticamente todas as plataformas possíveis, leia-se Xbox 360, Playstation 3, Wii, Playstation 2, PSP e Nintendo DS.
Ao longo dos anos Crash Bandicoot construiu um legado, produziu algo intrínseco aos fãs de jogos sem enrolação, roteiros esmeramente elaborados e fator replay inexistente. Nada disso é um problema, visto a proposta a qual o game se submete. Logo, a notícia deveria me animar, afinal, a nova geração receberia de bandejas e braços abertos um jogo da franquia nascida no saudoso Playstation.
O grande porém diz respeito a determinadas características, algumas das quais não convém para a realidade atual. Para facilitar cito o exemplo de Castlevania. Por um acaso você conhece algum que tenha saído depois de Symphony of the Night que tenha valido a pena? Nenhum, não é? Suspeitei disso. O mesmo acontece com a versão de Final Fight, Streetwise, para o Playstation 2. Conversão que jamais deveria ter sido lançada.
Crash é incrível em um ambiente 2d; poucas desenvolvedoras conseguem transportar um clássico, vide franquia Mario, mas aí é outra história. Eu joguei Crash Bandicoot durante muito tempo, os três primeiros são fantásticos, e grandes influenciadores. E o marsupial ainda apareceu em um jogo de corrida estilo Mario Kart que acredito, tenha sido o que mais se aproximou no quesito diversão.
Receio que o legado anteriormente mencionado de Crash Bandicoot possa sofrer extinção. Não sou estúpido, há um ciclo de jogadores, haverá aqueles que jogarão Crash pela primeira vez, mas como inovar muitas vezes é sinônimo de descontruir velhos paradigmas, a tendência é a de que um clássico tenha sua magia exaurida. Golden Axe e Bionic Commando vêm aí, e que Street Fighter IV não padeça desse mal. Amém.

Tornou-se rapidamente um clássico, e todos os consoles posteriores da Nintendo ganharam a sua versão, incluindo N64, GameCube e agora Wii.
Confira a matéria para passear pelas imagens que comparam o visual dos games. Basta passar o mouse por cima dos títulos.

E por falar em “GTA IV” (último post do Luiz aqui), os europeus poderão comprar o pacote PS3 + o game da Rockstar a partir do dia 29 de abril. Pois é, quem manda ser do terceiro mundo.
Eu que escolhi o PS3 como o meu segundo console, depois do Wii, é claro, teria total interesse em investir em um dupla como essa. Mas pelo jeito, só resta querer e não poder.
A Sony decidiu só lançar a caixa na Europa para consolidar a sua liderança no continente, é por isso que até os EUA ficou de fora dessa.

GTA, sempre ele. A polêmica que o game da Rockstar está inserido agora é alimentada por um senador americano, mais precisamente do estado Californiano. Leland Yee, responsável por um projeto de lei que veta jogos violentos sem a devida classificação está fazendo uma série de alertas aos pais, o mais enfáticos deles - não comprem GTA VI para seus filhos!
O senador alega ainda que a desenvolvedora tem o hábito de enganar o conselho de administração e avaliação, escondendo o verdadeiro conteúdo de seus jogos que, glorificam a violência e diante de uma visão extremista, são concebidos apenas para adultos. Definitivamente Leland Yee não se esquece do Hot Coffe, minigame presente em GTA: San Andreas que uma vez habilitado, simulava cenas de sexo.
A ignorância, portanto, consiste no fato de que tudo isso não passa de propaganda gratuita, alardeando o lançamento de GTA IV, que promete tomar o posto de Halo 3 no que diz respeito à maior arrecadação do ramo de entretenimento. Enquanto Halo 3 alcançou US$ 300 milhões na primeira semana, a estimativa para o jogo da Rockstar ronda a casa dos US$ 360 milhões dentro do mesmo período.
Se não bastasse, sites gringos anunciaram que uma cópia de GTA IV havia vazado, sendo compartilhada pela rede. A versão, európeia, não roda em consoles fabricados em outros territórios; muito embora os mesmos sites tenham mencionado que uma versão americana estaria pronta nas próximas 48 horas. Vários clipes com cenas do jogo foram parar no Youtube, a Rockstar solicitou a retirada dos mesmos.
GTA nasceu envolto em todo tipo de polêmica. Crimes ao redor do mundo já foram associados ao game, mas parafraseando alguém das antigas, em verdade vos digo, não siga a maiorida quando ela faz o que é errado. E GTA vai vender mais que água no deserto…

Quem não gosta de crossover que atire a primeira pedra. Quando a Capcom decidiu patrocinar a colisão entre seu mundo e o universo Marvel, Com X Men Vs Street Fighter, fãs de quadrinhos e/ou games demonstraram completa confiança no que a desenvolvedora, habituada a produzir bons títulos, tinha a oferecer.
O que denota uma história de sucesso é que a miscigenação se expandiu, abrangendo os universos Marvel, Capcom e até o da concorrente, SNK Playmore. Eis que agora o possível eterno rival de Street Fighter, está para dar aos fãs de ambos os nichos, a satisfação de verem em uma arena os icônicos Batman e Super Homem contra Sub Zero e Scorpion (entre outros personagens da DC Comics e da Midway, obviamente).
Em algumas buscas por maiores informações, descobri que o jogo perderá uma grande característica da série Mortal Kombat, leia-se fatalities; isso por que a DC atesta não querer ver seus personagens sendo desmembrados, além do fato de a produtora estar buscando um público mais amplo. O visual promete, também pudera, pois a tecnologia utilizada é a “Unreal Engine 3″, a mesma que consagrou games como Gears of Wars e BioShock.
O game, intitulado como Mortal Kombat vs DC Universe será desenvolvido para as plataformas X Box 360 e Playstation 3 e tem previsão de lançamento para até o final desse ano.