
O Twitter tem se mostrado uma ferramenta indispensável para quem quer se manter antenado a tudo o que está acontecendo. Grandes empresas vangloriam-se de experiências positivas quanto ao uso da mesma. Nos EUA, os planejadores da campanha de Barack Obama também vêem na ferramenta uma oportunidade de interação, tanto que o perfil do candidato a presidente é o que mais concentra seguidores em todo mundo.
E com o número crescente de usuários, e entendo a importância do Twitter, um gamer espanhol criou um cliente da ferramenta para o Nintendo DS; de fácil manuseio e interface intuitiva, uma vez que usa grande parte dos recursos do notável portátil da big N, o DSTwitter parece ser uma boa alternativa para os que não possuem um smartphone, mas querem de uma forma ou de outra, manterem-se informados sobre as últimas novidades.
Aproveitando a oportunidade, seguem os perfis do Twitter dos Savers:
@luizjeronimo
@cmerigo
@crisdias
@fabioyabu
@oct

Levei ao menos dez minutos para decidir pelo título desse post. Foi então que, diante do termo imbatível, cheguei a conclusão de que não havia nada mais apropriado. Street Fighter 2 está para os games, sejam de luta ou de qualquer outro gênero, como Matrix está para os cinemas, um divisor de águas.
Mas por que falar sobre Street Fighter 2 dessa maneira? Você deve estar se perguntando. Porque a Capcom divulgou recentemente uma lista de seus jogos que venderam mais de um milhão de cópias e Street Fighter 2 e suas variações (Turbo, Hyper Fighting e Plus) venderam aproximadamente 15 milhões de unidades.
É um número exorbitante, ainda mais se levado em conta à época de seu lançamento. E não temendo soar nostálgico, Street Fighter 2 reinou em uma era onde você fazia amizades só para tomar fitas emprestadas. Onde fliperama era coisa de maloqueiro, lugar habitado por aliciadores de crianças indefesas e cabuladores de aulas. A escória se rendia perante meias luas e socos que se transformavam em hadoukens.
Street Fighter 2 era mesmo imbatível. Hoje não sei se conseguiria jogá-lo por muito tempo, mas tão certamente, não hesitaria demonstrar qualquer empolgação se encontrasse por aí aquela versão modificada da qual os Shoriukens do Ken também continham magias.
Em tempo, na lista da Capcom, Resident Evil 2 aparece em 2º lugar, com 4,96 milhões de cópias; Monster Hunter Portable 2nd G, um fenômeno para o portátil da Sony no Japão e recentemente lançado aparece em 6º, com 2,4 milhões de unidades comercializadas, enquanto jogos como Alladin e Duck Tales figuram em 15º e 17º respectivamente.

Ex-recepcionista, ex-ginasta e atual Lara Croft, essa é a vida de Alison Carroll, britânica que foi escolhida para personificar e representar uma das grandes musas dos games, a arqueóloga de Tomb Raider. As modelos Nell McAndrew e Lucy Clarkson, só para citar as mais prestigiadas, já ocuparam o posto, mas sem sombra de dúvida, a Eidos não poderia ter feito melhor escolha.
Por que? Porque Alison Carroll é linda, tem curvas maravilhosas, é britânica e o melhor de tudo, ginasta. Ou seja, o que faltava para que fizesse jus à personagem que, corre, saltita e dá duplos mortais carpados. Em tempo, o site Tomb Raider Chronicles tem uma seção voltada para a evolução da heroína, Ellen Rocche, inclusive, figura na galeria.
E no que diz respeito (diretamente) aos games, o próximo Tomb Raider, o oitavo da franquia, está com previsão de lançamento para 18 de novembro. Depois de Uncharted: Drake´s Fortune, eu espero muito desse jogo. Crystal Dynamics, favor não me decepcionar.
O GameTrailers elegeu os 10 jogos mais difíceis de todos os tempos. Pra você que arrancou os cabelos jogando “Battletoads” ou “Ninja Gaiden”, vai poder relembrar aqueles momentos de desespero.
Ah, e é claro, tudo em uma época em que não existiam “save games”…

Da metade de julho até hoje, eu estava de férias. Meu lugar escolhido para viajar já prometia muito o que se fazer, e eu sabia que não seria fácil, apesar de bem divertido. Quando coloquei os pés em Liberty City, chegando pelo porto ilegalmente, sem visto, já senti que algo especial estava por vir.
Passei quase 90 horas em Liberty City. Ela pode parecer como muitas outras metrópoles, mas é única. Quando você chega na cidade mergulha em um mundo que é impossível esquecer pelo resto da vida. Exagero? De jeito nenhum. Já passei férias em outras cidades assim, e obviamente outras virão, mas Liberty City é especial, oferece coisas que você nunca viu antes.
Conheci muitas pessoas, fiz amigos e inimigos, trabalhei para diversos mafiosos, roubei carros (quase 400), entreguei drogas, comprei armas, matei criminosos (inclusive usando lança-foguetes), fugi da polícia, participei de perseguições cinematográficas, disputei corridas, andei de helicóptero, de lancha, invadi casas, assaltei um banco, ganhei muito dinheiro e feridas. Foram tantos acontecimentos que fica impossível relatar em poucas linhas.
Como tudo na vida acaba um dia, tive que me despedir de Liberty City no último fim de semana. Foi triste, mas também comemorei muito, pois completei o tour em 100%. Voltei para São Paulo e agora é esperar pelas próximas férias. Mas não foi um tchau definitivo não. Pretendo voltar aos fins de semana pra lá, levando alguns amigos para conhecer a cidade e trocar tiros.
E você, que está aí lendo esse texto, não tem que ficar discutindo com que carro é melhor ir, se X ou P, você simplesmente tem que ir para Liberty City. É uma experiência que qualquer pessoa precisa passar pelo menos uma vez na vida, nem que seja para uma visita rápida. Porém, duvido que quem entre consiga sair tão cedo.
Ah, e não esqueça, quando você chegar lá procure pelo meu amigo Niko Bellic. Ele vai ser o seu guia na viagem mais fantástica da sua vida.

A Tectoy está mesmo sob uma onda de relançamentos, após anunciar que o saudoso console de 16 bits da Sega, o Mega Drive, sairia em uma versão portátil, como noticiado aqui no Save Game. O destaque da vez fica por conta do Master System 3. Console do qual, em sua época, teve boa aceitação no mercado brasileiro.
Além de um design diferente, um pouco mais arrojado e com o mascote-mor da Sega estampado, o Master System 3 virá com 131 jogos na memória, entre eles, Sonic, Alex Kidd, Golden Axe, Super Space Invaders e Phantasy Star.
Até agora nada foi dito sobre Jogos de Verão (California Games), After Burner, Streets of Rage, Castle of Illusion, Desert Strike, Ecco, Populous, Road Rash, Mortal Kombat ou ainda Strider, mas certamente, alguns deles estarão presentes.
Tal iniciativa pode ser um tanto arriscada (ou não), levando-se em consideração o Virtual Console, onde sabe-se, é possível baixar jogos de consoles como o Master System para uso no Wii. Mas como a realidade é a brasileira, onde consoles de nova geração têm preços – ainda – muito elevados, o Master System 3 pode estar entre os brinquedos mais vendidos nesse natal.

Eu não gosto de games ao estilo de Afrika, anunciado para PS3 na já longínqua E3 de 2006. Seu gênero se volta paga jogos como Pokemón Snap, ouso citar ainda Pilotwings e Endless Ocean. Contudo, esse mix entre simulador e documentário pode figurar entre os jogos mais interessantes desse semestre.
A premissa, aparentemente básica, é a de fotografar zebras, leões, girafas, rinocerontes, entre outros animais, em seu habitat natural. Mas o que tem despertado a atenção, são os gráficos absurdamente polidos, com texturas e detalhes que retratam com fidelidade o ambiente.
Se não me engano, a previsão de lançamento de Afrika está para o dia 28 de agosto, em território japonês. E curiosamente, em outros países da Ásia, o game receberá o título de Hakuna (Timão e Pumba) Matata. Não, não é primeiro de abril e não há qualquer piada aqui.

No site oficial de de Saints Row, a THQ, distribuidora responsável pelo jogo, afirmou que Tera Patrick está trabalhando como produtora especial do game. Sim, o termo especial foi mesmo usado. A atriz que protagonizou mais de cem filmes adultos foi vista também na Comic-Con, distribuindo autográfos para os transeuntes interessados no estande da THQ no evento.
Detalhes não foram revelados, mas a nota oficial alerta que maiores informações serão concedidas exclusivamente ao site IGN, no dia 30 de julho. Contudo, rumores já apontam que a voluptuosa atriz será, inclusive, uma personagem jogável. Só pra constar, em seu site, Tera Patrick está distribuindo cópias do jogo, que tem previsão de lançamento para 14 de outubro, para quem lhe deixar um e-mail.
Eis a grande desculpa para você visitar um site do gênero e de quebra, concorrer a uma cópia original. Os publicitários responsáveis pela divulgação do jogo estão de parábens, se é que me fiz entender.

Direto de San Diego!
O painel da Midway na Comic-con teve a participação do co-criador da série Mortal Kombat, Ed Boom e o quadrinhista veterano Jimmy Palmiotti. Os dois apresentaram novos clipes do vindouro game Mortal Kombat Vs. DC Universe, que colocará Super-Homem, com outros heróis e vilões do universo DC trocando tapas e fatalities com Sub-Zero, Scorpion e cia.
Vamos ao que interessa: os novos personages anunciados. Do lado da DC, juntam-se a Super-Homem, Batman, Flash e Mulher-Gato: Shazam (Capitão Marvel – que usa o raio do mago Shazam contra seus inimigos, com na mini-série O Reino do Amanhã), Lanterna Verde Hal Jordan e… Coringa! Do outro lado do ringue, juntam-se a Scorpion, Sub-Zero, Shang Tsung e Sonia: Jax, Kitana e Liu Kang (que não é zumbi como no último jogo). Todos os personagens terão movimentos finais especiais, mas não espere ver o Batman arrancando a espinha de Scorpion. Os heróis terão brutalities que imobilizarão os inimigos, já os vilões e personagens do universo de Mortal Kombat terão os famosos fatalities.
Jimmy Palmiotti fez mistério sobre quem será o chefão do jogo, mas deixou pistas. “É o Darkseid?” perguntou um fã. Palmiotti apenas sorriu e disse: “Esperem alguns meses, vocês não vão se decepcionar!”
Junto com o jogo, chegará às comic-shops americanas um gibi especial que servirá como prequel para a história. Que cá entre nós, a essa altura do campeonato já não importa mais.
Talvez alguns de vocês saibam, mas estou em San Diego, na ensolarada Califórnia para participar da maior feira de cultura pop do mundo, a Comic-Con. Num dos stands da feira, tive a oportunidade de ouro de jogar a versão japonesa e finalizada de… STREET FIGHTER lV! Durante o evento, também foi anunciado que a nova personagem que será vista exclusivamente nas versões domésticas do jogo é ninguém menos que a loirinha CAMMY!
Mas vamos ao que interessa. Quando soube que haveria Street Fighter lV, e que ele poderia ser em 3D, eu fiquei com o pé atrás. Sim, porque Street Fighter em 3D é uma idéia tão estúpida quanto vender ar em saquinhos. Todo mundo sabia disso e, aparentemente, a Capcom também. Por outro lado, num mundo onde as crianças são apresentadas a jogos de luta como Tekkens e Soul Caliburs da vida, fica difícil convencer que o 2D ainda tem algum mojo restante. Estava na hora de uma repaginada.
E é disso que se trata Street Fighter lV: uma repaginada. Pode parecer 3D, pode parecer que traíram o movimento, mas tudo ali, dos personagens e golpes modelados em 3D à câmera que vez por outra gira, é usado pensando na mecânica de 2D. Jogar Street Fighter lV é como reencontrar um velho amigo na rua e sentir que não se passou nem um dia. Os movimentos são exatamente os mesmos dos jogos antigos, com a diferença que agora eles têm o charme do 3D com a mecânica do 2D. Sem dúvida um golpe de mestre da Capcom.
Todos os personagens clássicos estão de volta, incluindo seus golpes e comandos. Quatro novatos integram o elenco: C. Viper, Rufus, Abel e El Fuerte. Os dois primeiros, americanos, foram criados pelo produtor em agradecimento aos fãs americanos da franquia – que sempre foram ávidos por uma continuação. Falando nisso, o jogo se passará após os eventos de Street Fighter ll, e não o incompreendido Street Fighter lll.
Acreditem, o jogo é incrível. Mal posso esperar para jogar em casa. O jogo ainda não foi anunciado para Wii. Caso isso não venha a acontecer, vou ser obrigado a comprar um PS3.

Prepare-se para ter sua bunda chutada!